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Venda Ilegal

Empresária é presa pelo SIG da CPJ por venda ilegal de remédios para emagrecimento na Alameda Paulista

Investigadores apreenderam em um salão de beleza seringas, ampolas usadas para aplicação sem autorização e um celular; dona de clínica de estética também foi presa semana passada pelo mesmo crime no Parque São Paulo

Flávio Fernandes|· 2 min de leitura
Empresária é presa pelo SIG da CPJ por venda ilegal de remédios para emagrecimento na Alameda Paulista
Foto: Divulgação/SIG

 

Uma empresária de 42 anos, foi presa pelo SIG (Setor de Investigações Gerais) da CPJ (Central de Polícia Judiciária) no início da tarde desta quinta-feira (23), com remédios para emagrecimento em um salão de beleza na Vila Xavier, em Araraquara. 

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Eixo - Lettera

Segundo boletim de ocorrência, após realizarem um trabalho de investigação que no estabelecimento na Alameda Paulista estava ocorrendo a venda ilegal do medicamento. No local os investigadores apreenderam o celular da mulher, diversas seringas e 5 ampolas, sendo que uma delas estava aberta.

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Diante dos fatos a empresária foi levada para CPJ, onde o delegado Elton Hugo Negrini registrou um boletim de ocorrência pelo crime de falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto medicinal ou terapêutico. Em seguida, ela foi encaminhada á Cadeia Pública Feminina de São Carlos. 

SEGUNDA PRISÃO EM FLAGRANTE

A dona de uma clínica de estética de 41 anos, também foi presa pelo SIG na tarde de quinta-feira (16), no Parque São Paulo.

Os policiais civis foram até uma clínica de estética, na Rua Galileu Galilei e fizeram contato com a mulher. No estabelecimento, a equipe encontrou 100 perfumes importados sem comprovação de origem, seringas de 1 ml e 10 ml, agulhas, ampolas, e caixas térmicas para armazenamento. 

O celular da mulher, caderno com anotações financeiras, máquina de cartão e R$ 250 em dinheiro também foram apreendidos. Ela confessou para os investigadores que realizava aplicações dessas substâncias em clientes dentro da clínica, utilizando seringas e materiais básicos de assepsia.

Ainda de acordo com a dona da clínica, os produtos eram adquiridos no Paraguai e aplicados sem autorização ou supervisão médica. A suspeita, foi presa em flagrante e levada para CPJ. 

O delegado registrou um boletim de ocorrência por receptação, contrabando e descaminho. Em seguida, ela foi encaminhada á Cadeia Pública Feminina de São Carlos. 

RISCO Á SAÚDE

Autoridades reforçam o alerta para os riscos desse tipo de procedimento. A aplicação de medicamentos sem registro, procedência ou acompanhamento médico pode causar complicações graves, como infecções, reações adversas, problemas metabólicos e até risco de morte.

O SIG segue investigando os casos para identificar possíveis conexões e coibir a prática irregular de procedimentos estéticos, em Araraquara.

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